Experiência profissional
Alunos de Ensino Médio do Colégio A. Einstein saem da sala para o mercado de trabalho. O que garante isso é a participação dos jovens na organização da Saber 2009
Quem visita a Feira Saber 2009 recebe as boas vindas pelos estudantes do Colégio A. Einstein. Os alunos participam da organização do evento em busca de capacitação profissional. A oportunidade faz parte da parceria entre a escola e o Sieeesp – Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Estado de São Paulo.
Os trabalhos na Saber 2009, um dos maiores eventos educacionais do país, envolvem atividades de recepção, monitoria e manutenção. As funções parecem simples, mas exigem comprometimento e responsabilidade.
Kelvyn Araujo, de 17 anos, é um dos alunos selecionado para as atividades. Segundo ele, a vantagem de participar está no ganho de experiência profissional. “É uma forma de ficar preparado para entrar no mercado de trabalho”, acredita.
Mundo novo
É no Ensino Médio que os jovens começam a enfrentam os dramas da fase adulta. Existe uma lista enorme de novos desafios. Enem, vestibular, namoro e trabalho.
O envolvimento do aluno no evento contribui para o desenvolvimento de habilidades profissionais. Assim explica João Luiz Marins, coordenador de Monitoria Saber 2009: “O aluno que participa aprende a ter responsabilidade, torna-se mais sociável e aumenta a visão de mercado”.
Todos os alunos que colaboram com a organização da Saber recebem uma bolsa-auxílio. O valor é simbólico e serve de estímulo. “Em muitos casos, essa é a primeira vez que o jovem ganha dinheiro trabalhando”, lembra João Luiz.
Aprovado
Os visitantes gostam de ver os estudantes fazendo o evento acontecer. “O alto astral é contagiante. É muito bonito de ver”, confessa Célia de Almeida, que participou de edições passadas da Saber e já está inscrita para as atividades deste ano.
Não há dúvidas, o trabalho dos alunos é bom para todo mundo. Mas o que leva o Sieeesp a escolher alunos do Colégio A. Einstein? A resposta é do próprio coordenador de Monitoria do evento, João Luiz
Martins: “Já tentamos com outras escolas, mas apenas os estudantes daqui tiveram a formação cultural e pedagógica necessária”.
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